No Rio Grande do Sul, os móveis importados mantiveram 0,9% de representatividade junto ao consumo interno. Já os exportados tiveram pequeno aumento, de 5,1% para 5,3%. A produtividade teve alta de 1,5% na indústria moveleira e de 5,7% na indústria de transformação. E, após sofrer com um 2016 de instabilidade e iniciar o ano com resultados negativos, o setor de vendas do comércio varejista de móveis começa a demonstrar reação. Pela primeira vez no ano, os números são positivos, com alta de 21,8% em volume de peças e de 21,5% nos valores das receitas. O Rio Grande do Sul também acompanhou o crescimento de 14,1% em volume e 13,8% em valores.
Com relação a geração de empregos, o cenário favorável muda. Este foi um dos poucos segmentos que apresentou redução, com queda de 0,7% para o setor de móveis e alta de 0,3% na indústria de transformação. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego – CAGED, foram fechadas 358 vagas de trabalho no setor em âmbito nacional, caindo para 230.804 postos, o que representa uma diminuição de 0,2%. O panorama também não foi de crescimento no Rio Grande do Sul, que teve 155 postos de trabalho fechados, consolidando 33.334, cerca de 0,5% a menos.
No Brasil, a média salarial teve desvalorização de 2,1% em março. Já na indústria de transformação, houve valorização de 3,4%.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner width=”1/2″][vc_single_image image=”5425″ img_size=”full”][vc_column_text]Presidente da Movergs, Volnei Benini. Crédito da foto: Evandro Soares[/vc_column_text][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/2″][vc_column_text]De acordo com o presidente da Movergs, Volnei Benini, as indústrias estão fazendo a sua parte, através do trabalho e dos constantes investimentos. “A crise econômica instaurada nos últimos anos está fazendo com que o setor moveleiro passe por um processo de reposicionamento e de busca de novos nichos”, finaliza.
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