Como será nossa vida daqui a 75 anos e onde os minérios se encaixam nela

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Você já parou para refletir sobre todas as inovações tecnológicas atuais que pareciam produtos de filme de Ficção Científica há décadas atrás? A mineração teve um papel fundamental para que isso acontecesse: o computador e o celular, por exemplo, possuem minério de ferro em sua composição.

Ontem a Intranet brincou de imaginar como será nosso futuro daqui a 50, 75, 100 anos. Seguindo a campanha de celebração 75 anos da empresa, que traz o tema ‘Nosso futuro está na gente’, a home da plataforma foi revestida de banners, destaques, posts e matérias ‘futurísticas’. E quanto ao futuro? Como será o mundo quando nossa empresa estiver comemorando mais 75 anos: em 2092? E onde os minérios se encaixam nesse novo mundo? Confira abaixo quatro previsões com base na tecnologia atual.

Impressoras 3D

Além de possuírem aço e cobre em sua composição, as impressoras 3D já são capazes de imprimir em diversos materiais além do famoso plástico, como alumínio, ferro e aço, produtos do minério. Acredita-se que, nos próximos anos, já seja possível fabricar carros totalmente produzidos por impressoras 3D.

Outra curiosidade é que a demanda de impressoras 3D tem crescido muito desde o lançamento das primeiras versões desses aparelhos. Em 2015, foram mais de 5,6 milhões de impressoras 3D comercializadas, número bem superior aos 130 mil de 2014. Ou seja, é bem provável que, daqui a 75 anos, seja comum ter uma impressora 3D em casa. Quebrou uma peça de um eletrodoméstico? Que tal fazer download de um arquivo referente à peça no site da fabricante e imprimir uma peça novinha para reposição você mesmo?

Impressoras 3D

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O minério já possui um papel importante na construção de carros atualmente, visto que o aço é predominante na indústria automobilística. Essa relação tende a seguir forte nas próximas décadas, com os carros autônomos, que devem chegar ao mercado nas próximas décadas. Pesquisadores do Instituto Milken afirmam que a grande maioria dos automóveis autônomos não terá nenhum comando realizado por seres humanos já em 2035. Os veículos que se dirigem sozinhos serão mais seguros e poderão eliminar os riscos de acidentes por erro humano, que passam da marca dos 90%. Além disso, os carros autônomos também vão contribuir para evitar congestionamentos e engarrafamentos em cidades grandes. Segundo estimativas atuais dos Estados Unidos, esses modelos podem evitar mais de 30 mil mortes por ano, um número bastante significativo.

Celular implantável

Acredita-se que, em alguns anos, o conceito de estar totalmente conectado pode adquirir um significado bem diferente: o celular passa a ser implantado em nosso corpo. O aparelho (que consistirá basicamente em um chip mais robusto) será capaz de monitorar vários dados do indivíduo, como o nível de glicose no sangue de um diabético, por exemplo.

Outras possíveis aplicações práticas são a de monitorar aspectos relacionados à comportamento, localização e comunicação. É provável que seja possível operar dispositivos externos a partir do pensamento, saber o momento certo de fazer um determinado exame ou evitar que uma criança se perca, ao compartilhar sua localização com os responsáveis.

Robôs para serviços domésticos

Precisa varrer a casa, lavar a louça ou passar roupa? Que tal ligar um robô e deixar que ele faça por você? O pesquisador Ian Pearson, um futurista que tem recorde de 85% de aprovação em suas predições, afirma que, em 2030, já será comum encontrar assistentes tecnológicos em nossa residência.
Se essa previsão parece muito surreal, saiba que o Instituto Humano e de Computação Cognitiva da Flórida, em parceria com a empresa Alphabet (do Google), apresentou em 2016 o robô Atlas (foto ao lado). Ele é capaz de varrer o chão, passar aspirador de pó e jogar garrafas de plástico fora. Ou seja, a tecnologia já existe, só falta ser aperfeiçoada e comercializada. E onde entra o minério nisso tudo? Atlas é construído basicamente de aço e possui em seu sistema cobre, níquel e outros minerais.

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